terça-feira, 15 de outubro de 2013

André Alves Pinto - Uma Professora Muito Maluquinha

Imagem: Google Imagens/Rerodução


Elenco:


Paola Oliveira, Chico Anysio, Suely Franco, Joaquim Lopes, Ricardo Pereira, Max Fercondini, Rodrigo Pandolfo, Lys Araujo, Elisa Pinheiro
Direção:André Alves Pinto
Nacionalidade:Brasileira
Gênero:Comédia

Ano:                  2010




Sobre: Depois de estudar na capital, a jovem Cate, 18 anos, volta a sua cidadezinha no interior de Minas Gerais, para dar aulas na escola primária. Entusiasmada, livre e comunicativa, ela conquista os alunos no ato, mas seu comportamento de vanguarda não agrada às professoras conservadoras da década de 1940.

Opinião: Para homenagear nossos queridos e importantes professores, eis que a Sessão da Tarde exibiu um filme que traduz de forma simples, cômica e emocionante o valor dos profissionais da educação que lutam, mesmo que com poucos recursos, pelo ensino de qualidade aos alunos.

Para melhorar ainda mais, estamos nos referindo a um filme brasileiro. Corriqueiramente me pego criticando as produções nacionais pelo enredo que elas apresentam. Um enredo que muitas das vezes têm como pano de fundo não a história em si, mas as cenas íntimas que os brasileiros sabem colocar em filmes e novelas. 

Imagem: Google Imagens/Reprodução
Imagem: Goole Imagens/Reprodução

Imagem: Google Imagens/Reprodução

Uma Professora Muito Maluquinha não é um filme especificamente pra crianças, mas para todos aqueles que admiram boas histórias e filmes que tem uma mensagem a passar.
Ambientado em Minas Gerais da década de 1940, viajamos da parte histórica do Estado ao interior, com as fazendas e a natureza rica da região.

Atores renomados fizeram do filme algo ainda mais rico. Com o talentoso Chico Anysio fazendo o papel do Monsenhor Aristides - um padre muito simpático que está sempre a escutar os pedidos de conselho e as reclamações do povo -, Suely Franco interpretando tia Cida, e Max Fercondine, Ricardo Pereira, Rodrigo Pandolfo e outros atores  fazendo o papel dos admiradores da Professora Cate que vivem no bar comentando sua beleza, o filme é um prato cheio.

E é claro que não posso esquecer das crianças que atuaram super bem e deram o ar da graça em todo o filme. 
Luizinho é uma criança que narra durante todo o filme a história da Professora Cate e de todos os moradores da cidade. Motivado pelos pais, o menino começa a estudar na cidade e aprende muito com a inteligente professora.

Referencias históricas como a Segunda Guerra Mundial, o filme Cleópatra, Os Três Mosqueteiros e outros, foram feitas durante o filme. Interessante foi observar a preocupação das crianças no que diz respeito a Guerra, pois imaginavam que as bombas atômicas poderiam atingir a cidade - pensamento que foi sanado após as aulas de Geografia.

Uma Professora Muito Maluquinha é um ótimo filme, recomendado e típico de Sessão da Tarde. Fico feliz de a Rede Globo ter voltado a passar alguns filmes bons nesse horário.



Tiago Vieira.
  

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Once Upon a Time 3x02 - "Lost Girl"

Imagem: Google Imagens/Reprodução

É de se admitir que foi melhor do que o primeiro episódio.

Na primeira parte de Lost Girl, fiquei pensando em parar de assistir a série, pois o caminho no qual ela está se adentrando é perigoso, e chega a ser um pouco monótono às vezes.

Deprimente foi o flashback do episódio. Fomos levados de volta à mesma cena da Floresta Encantada do primeiro episódio da temporada de estreia da série. Fiquei pensando: "será que ainda não contaram tudo?". Na verdade sim, mas para preencher o roteiro acredito que os produtores continuarão enrolando com os flashbacks que estão perdendo a credibilidade pelo fato de os atores estarem, não envelhecendo, mas amadurecendo. Da pra perceber que eles estão diferentes das cenas da primeira temporada.

Lost Girl continua narrando a busca de Emma, seus pais, Hook e Regina por Henry, que terá muitos obstáculos até conseguirem - se conseguirem - achá-lo. Peter Pan será o maior desafio de todos, pois o garoto é astuto, e também poderoso.

A cena do combate dos meninos perdidos contra a "equipe em busca do Henry" foi muito boa, o que garantiu uma ação para o episódio. 

E para encerrar o episódio, mais um problema foi revelado. Um problema que Emma terá que administrar, ou se não pessoas que ela ama morrerão.


"E para você, Emma...Quando terminarmos, você não se sentirá uma orfã. Você será uma." (Peter Pan)


Tiago Vieira

sábado, 5 de outubro de 2013

Once Upon a Time 3x01 - "The Heart of the Truest Believer"

Chegamos à terceira temporada de Once Upon a Time; uma série que vai muito além do "felizes para sempre" dos contos de fadas e história populares. Mas será que ir muito além não é arriscado?
Com uma primeira temporada muito bem bolada e sugestiva, uma segunda não tão boa, mas mesmo assim cheia de perguntas e respostas em média satisfatórias, o primeiro episódio da terceira mostra o que os produtores querem abordar, pelo menos na primeira fase da temporada, a Terra do Nunca.


Imagem: Google Imagens/Reprodução


O episódio enfoca no coração do verdadeiro crente, aquele que acredita que tudo vai dar certo no final: o Henry. Para falar a verdade, a série toda se baseia no personagem, pois ele sempre acreditou que poderia achar a mãe Emma, e que a maldição seria quebrada e que toda a família se uniria.

Storybrook ficou de lado nesse primeiro episódio. O foco dele foi a Terra do Nunca com Peter Pan, os meninos perdidos, Greg e Tamara, e os tripulantes do navio do capitão Hook (e claro, Henry) e a Floresta Encantada com Neal, Mulan, Philipe, Aurora e Robin Hood.
Pelo que parece, acho que a cidade que foi o pano de fundo das temporadas anteriores não terá mais a importância que tinha, já que os personagens principais estão em busca do Henry, em um outro mundo.

O roteiro do episódio foi bom, e passou os desafios que Emma terá para encontrar seu filho e mostrou que o Peter Pan que antes conhecíamos - um menino bom e protetor - não tem nada haver com o que será mostrado na série.

Espero uma temporada forte, e que os produtores tenham a humildade e inteligência de saber parar enquanto ainda existem telespectadores que acreditam nessa série tão bem bolada que conquistou milhares de espectadores.


"É hora de todos nós acreditarmos. Não em magia... Mas uns nos outros." (Emma)



Tiago Vieira.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Machado de Assis - O Alienista



O Alienista
Autor: Machado de Assis
Páginas: 48
Editora: rovelle


O Alienista chegou às minhas mãos após pesquisas pelo Google sobre psiquiatria, e hospícios dos séculos passados para a concretização de um projeto que tenho produzido.

Depois de ler tantas coisas que não me deram muita firmeza sobre, acabei por me lembrar que meu irmão ganhara uma coleção de obras do Machado de Assis há anos. Então peguei O Alienista, que me surpreendeu.

É claro que se trata de uma obra de ficção, mas tenho como opinião que não devemos de jogar fora a ficção para certos tipos de pesquisa, pois creio que o autor (principalmente no caso de Machado de Assis) se baseou em algum acontecimento histórico da época para escrever a obra. 

Simão Bacamarte é um cientista cheio de anseios em desvendar as razões da loucura e achar a cura para tal doença tão perturbadora. É um dos maiores médicos do Brasil, Portugal e Espanha e acabara por ficar em Itaguaí junto com sua esposa Dona Evarista, uma mulher mal composta de feições que também não é apta para lhe dar filhos.

É em Itaguaí que o alienista começa suas pesquisas e cria a Casa Verde, um lugar para loucos passarem uma longa temporada de tratamento. 
A princípio o médico ganha o apresso de toda a população, até que as coisas começam a mudar, e a personalidade de Simão Bacamarte vai sendo revelada gradualmente e se apresenta perigosa para todos os moradores de Itaguaí.

O Alienista é mais uma obra do grande escritor Machado de Assis, que nos apresenta uma história bem construída e composta por personagens que nos marcam, como Dona Evarista, Padre Lopez, o Boticário e muitos outros. 

A linguagem antiga não me atrapalhou na compreensão da história. Bastou ler com atenção, que tudo fluiu normalmente. E com isso também tive umas ideias do nosso português antigo e das "gírias" da época.

O desfecho da história é muito bom, mas mesmo antes de chegar à última página já podia prever o que aconteceria ao ilustre Simão Bacamarte, pelo rumo que a história estava tomando. 


QUOTE

"-  Olhe, D. Evarista, disse-lhe o Padre Lopes, vigário do lugar, veja se seu marido dá um passeio ao Rio de Janeiro. Isso de estudar sempre, sempre, não é bom, vira o juízo."


Tiago Vieira.

sábado, 14 de setembro de 2013

Pelas prateleiras da Livraria Cultura

Imagem: Renato Vieira

Depois de uma prova de Física em pleno sábado, a convite de meu irmão Renato, fui dar um passeio pelo Centro do Rio de Janeiro com o objetivo maior de visitar a literalmente grande Livraria Cultura.
Nós usamos o trem de Quintino à Central, e depois um metrô até à Cinelândia. Logo quando saímos da estação do metrô, damos de cara com a imponente e colonial Biblioteca Nacional, e logo ali perto, o Theatro Municipal.

Acho o Centro do Rio de Janeiro uma das partes mais bonitas da cidade. Muitos que não moram no Estado pensam que o Rio é somente aquilo que a mídia passa lá fora: praias e morros. Exite muito mais do que isso, como as florestas, os parques e a região central que nos leva a conhecer um pouco da época colonial do Rio de Janeiro.
  
Foto: Renato Vieira
Depois do almoço, fomos à Livraria Cultura. É um lugar com excelentes atendentes, e todos que lá entram se sentem à vontade a procurar os livros, pegar para dar uma lida, sentar e relaxar. Não há aquele clima chato de desconforto. 
O lugar é muito grande. Segundo um amigo do meu irmão, essa livraria chega a ser maior do que a Barnes & Noble da Union Square que fica em Nova Iorque. Isso para vermos a grandiosidade dela.

Há sessões só de livros internacionais em diversos idiomas. Vi uma prateleira com os livros do Nicholas Sparks lançados nos Estados Unidos que ainda são inéditos aqui no Brasil, como o título The Rescue. Também há grandes sucessos como os livros que inspiraram a série The Walking Dead e outras.

Foto: Renato Vieira.

Tem uma sessão de livros voltados mais para o público adolescente, outra para amantes de histórias em quadrinhos, outra para os amantes e estudiosos de Filosofia, História, Antropologia, Ciências Políticas e muitos outros temas.
Destaco também a sessão de Guias de Turismo, onde meu irmão viajou por lugares que já foi, e outros que ele deseja ir.  

Para a minha alegria, ganhei dois livros que me interessei. Um, é A Culpa é das Estrelas (John Green),e o outro é Indomável (Nick Vujicic). Estes serão minhas próximas leituras, e acho que irei gostar bastante dos dois. 

Foto: Tiago Vieira

É isso. Recomendo um passeio à Livraria Cultura à todos os amantes de livros. É um lugar enorme, confortável, onde você viaja por todas as prateleiras e conhece mais ainda do universo fantástico que é a literatura. 

Tiago Vieira.

sábado, 24 de agosto de 2013

Médicos Estrangeiros no Brasil

Escrevi esse e-mail para o meu irmão para mostrar a ele minha opinião após assistir a uma reportagem sobre a chegada de médicos estrangeiros ao Brasil e os Expedicionários da Saúde. Antes de enviar, acabei vendo que escrevi de tal forma que parecia uma postagem opinativa.
Então decidi colar aqui no blog para registrar.

imagem: Google Imagens/Reprodução
"Oi mano!

No Jornal da Band, passou uma reportagem sobre a chegada de diversos médicos estrangeiros ao Brasil para atenderem a, principalmente, cidades pequenas e menos favorecidas.

Logo em seguida passou uma reportagem especial, que acho que fazia parte de uma série que foi exibida durante a semana, sobre os Expedicionários da Saúde. Tratam-se de médicos brasileiros que fazem uma ação social na Amazônia. Mostrou eles cuidando da população amazonense, fazendo operações e outras coisas. 

O que mais me chamou a atenção, é que nas duas reportagens foi ressaltado que tais lugares estavam sem atenção, pois os médicos brasileiros se recusam a ir trabalhar nessas comunidades desvalorizadas.* 

Isso me leva a conclusão de que esse programa do Mais Saúde (corrigindo aqui, o nome do programa é Mais Médicos) é uma ótima ideia, pois, se não fizessem isso, o que seria dos moradores desses lugares tão distantes do Brasil?

Os médicos estrangeiros vão atuar mais nas regiões Norte e Nordeste do País."


* Na verdade, foi ressaltado que essas regiões são na maioria recusadas pelos médicos brasileiros, pela falta de estrutura e condições. Isso não significa de nenhuma maneira que a causa é por conta dos médicos.  

Tiago Vieira.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

C.S. Lewis - O leão, a feiticeira e o guarda-roupa



Sobre: Viagens ao fim do mundo, criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e o mal - o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro que tem tudo isso é O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, escrito em 1949 por Clive Staples Lewis.


Opinião: Durante algumas semanas embarquei em uma história narrada com uma linguagem simples, porém detalhada, sobre um reino chamado Nárnia. Nesse primeiro livro da série As Crônicas de Nárnia escrito por C.S. Lewis, sendo o segundo na ordem cronológica, conhecemos Lúcia, Edmundo, Susana e Pedro - quatro irmãos que por conta dos ataques aéreos causados pela Segunda Guerra Mundial, se mudam para a mansão de um Professor no interior. 

O que parecia ser muito chato, para os quatro irmãos tornara-se uma aventura. Através de um guarda-roupa, eles embarcam em um novo reino nada parecido com o nosso, onde há animais que falam e outras criaturas fantásticas.

Gostei bastante da leitura pela sua simplicidade e pela mensagem passada pelo autor no decorrer das páginas do livro. Uma mensagem de amor, perdão e salvação para àquele que para muitos não merece perdão. 
Gostei de todos os personagens, sem ter tido um preferido. O autor conseguiu mostrar também a personalidade de cada um, o que às vezes muitos não conseguem. Percebi que dos irmãos, Susana é a mais frágil e temerosa, o que pode implicar muitas coisas no decorrer da série. 

Terminei de ler hoje dentro do ônibus à caminho da casa da minha irmã no meio de um engarrafamento do Campinho até a Taquara (RJ). Foi um bom passatempo. É sempre bom ter um livro na mochila para momentos como esse. 

Agora já comecei a ler O Cavalo e seu Menino, que logo escreverei sobre, aqui.

Tiago Vieira.


sábado, 13 de julho de 2013

Zack Snyde - The Man of Steel

Imagem: Google Imagens/Reprodução

O Homem de Aço
Direção: Zack Snyde
Roteiro: David S. Goyer
Elenco: Amy Adams, Henry Cavill, Russell Crowe, Kevin Costner...
Ano: 2013
Gênero: Aventura, Ficção Científica.
Duração: 2h23min


Sobre: Nascido em Krypton, o pequeno Kal-El viveu pouco tempo em seu planeta natal. Percebendo que o planeta estava prestes a entrar em colapso, seu pai o envia ainda bebê em uma nave espacial, rumo ao planeta Terra, levando com ele importantes informações de seu povo. Contrariado com tal atitude, o General Zod tenta impedir a iniciativa e acaba preso. Já em seu novo lar, a criança foi criada por Jonathan e Martha Kent, que passaram a chamá-lo de Clark. 
(Adaptado do portal AdoroCinema)


Opinião: O Homem de Aço é uma releitura, ou uma nova visão do clássico americano Super Homem. Não sei quantas adaptações cinematográficas já foram produzidas, mas sei que foram bastante. E ainda para completar, tem a grande série Smallville, que narra a trajetória do jovem Clark Kent até se tornar o Herói que todos nós conhecemos. Assim sendo, umas das perguntas que qualquer um pode fazer antes de assistir ao filme é: "o que mais eles podem contar?", ou "o que de diferente vai acontecer?". Algo desse tipo. Bem, a resposta eu obtive após 2h e 23min de filme.


A primeira parte do filme mostra o conflito que está ocorrendo em Krypton em relação a sua sobrevivência. Jorl-El e sua esposa tem um filho de forma natural - o que não acontecia com muita frequência em seu planeta -, e depois de saberem que o lugar onde vivem está em risco, decidem enviar Karl-El para um lugar seguro, junto com um artefato importantíssimo. 
Zod não era inimigo de Jorl-El; acho que eram até bem próximos, mas quando suas ideias bateram uma contra a outra, tudo mudou, inclusive a personalidade do vilão da história.

O filme é narrado em duas linhas de tempo: o Clark adulto tentando sobreviver, e ele jovem descobrindo seus poderes e fazendo escolhas para o futuro. Gostei bastante dessa divisão, mas houve partes do filme que fiquei um pouco sem saber onde exatamente estávamos. 



Gostei do trabalho de cada ator. Do elenco só conhecia Amy Adams e Kevin Costner, que interpreta Lois Lane - a repórter destemida, ousada e algumas vezes chata -, e Jonathan . Hery Cavill também interpretou muito bem o Homem de Aço, e convenceu em todas as cenas. Destaco também Michael Shannon, pelo papel de General Zod. 


Tirando algumas falhas e partes confusas na questão de localização no tempo da história, O Homem de Aço é um filme muito bom, capaz de proporcionar a todos que assistirem momentos de muita ação, suspense e efeitos especiais de primeira - principalmente quando se assiste em 3D!. Recomendo, e dou nota 9 para o filme.


    

Tiago Vieira.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Os Livros que Eu Vou Ler nas Férias: C.S. Lewis - As Crônicas de Nárnia

Foto: Tiago Vieira
Férias de Julho chegando e poderei descansar e, é claro, ler muito.

Ontem (10) adquiri o livro As Crônicas de Nárna Volume único, de uma colega minha que tinha dois exemplares. Ela me vendeu por bem barato - R$ 10,00 -, por estar só um pouquinho usado; mas nada que atrapalhe a leitura. 

Anteriormente já havia lido O Sobrinho do Mago, então já comecei a ler o seguinte pela ordem cronológica, que é O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa. A leitura está sendo muito boa, e o fato de eu ter assistido ao filme não está atrapalhando de nada, pois já tem muito tempo que eu o fiz, e a narração de Lewis supera qualquer adaptação.

Ao final de cada livro vou fazer um comentário aqui, para registrar.

Tiago Vieira. 

sábado, 15 de junho de 2013

Rick Riordan - O Ladrão de Raios



Sobre: E se os deuses do Olimpo tivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passa da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.



Opinião: Percy Jackson é um menino de 12 anos que tem dislexia, desvio déficit de atenção, dentre outros problemas. Isso o caracteriza como um típico pré-adolescente problemático - daqueles de poucos amigos. 
Em O Ladrão de Raios, muitas coisas esquisitas começam a acontecer com o menino, e logo depois ele descobre que aqueles deuses gregos que tanto lia em livros escolares, parecem estar bem perto dele. Em seu mundo.

Depois de mais de um ano desde a primeira vez em que peguei esse livro emprestado na biblioteca da escola e não consegui sair do primeiro capítulo porque meu interesse estava em outros livros que surgiram na minha frente, dei mais uma chance à série do Percy Jackson e Os Olimpianos. Comprei o livro por R$ 19.90 na Nobel - 20 na verdade, porque o caixa da loja não tinha 10 centavos para me dar de troco - e comecei a ler. Não me arrependi.

O Ladrão de Raios traz uma missão a ser realizada por Percy, Annabeth e Grover. Esses três amigos saem do Acampamento Meio Sangue - um lugar para semideuses - e partem para Los Angeles a fim de resgatar o  raio-mestre de Zeus, que foi furtado no solstício de inverno. Agora, eles tem 10 dias para resgatar esse poderoso elemento, descobrir quem é o Ladrão e impedir que uma Terceira Guerra Mundial aconteça.

A série de Percy e seus amigos é infanto-juvenil; narrado para crianças e adolescentes, Rick Riordan escreveu uma aventura suave e divertida que não perdeu - pelo menos em O Ladrão de Raios - o ritmo em nenhum momento sequer. Cada parte da história é seguida de eletrizantes aventuras e batalhas.

Confesso que só fiquei irritado com a capacidade de Percy, Annabeth e Grover se meterem em confusões. Os três conseguiram ser enganados diversas vezes e mesmo assim não aprenderam e caíam em mais armadilhas. Como pode? Faltou cuidado dos personagens, mas entendo que foi preciso.

Gostei bastante da leitura, e vou aguardar a oportunidade de ler O Mar de Monstros, que é a sequencia da série. Recomendo para quem quer passar o tempo com uma história divertida e que até passa umas aulas básicas de mitologia grega.


Tiago Vieira.   

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Há 84 anos nascia Anne Frank

Anne Frank nasceu em 12 de Junho de 1929, há exatos 84 anos. Ela viveu apenas 15 anos.
Olhando assim agente pensa que foram pouquíssimos anos - de fato foram -, mas foram 15 anos muito bem vividos e a jovem judia que durante a guerra escondeu-se com sua família e amigos em um anexo secreto em Amsterdam, conseguiu deixar marcas por todo o mundo; e isso poucos conseguem fazer em tão pouco tempo de vida.


Conheci a história dessa jovem garota em 2011, quando assisti à um filme sobre sua vida no Anexo Secreto.  Este era mais recente. Depois assisti à primeira versão, lançada em 1959. Gostei de ambos os filmes.

Mais tarde fui pesquisar mais sobre e, encantado com a vida de Anne, ganhei o livro de Fransine Prose intitulado ANNE FRANK - A HISTORIA DO DIÁRIO QUE COMOVEU O MUNDO. Nesse livro a autora conta sobre a vida, a obra e o legado de Anne. 

Foto:Tiago Vieira


Atualmente estou lendo o diário em si. Acho que vou demorar um pouco para terminar, pois estou lendo a versão em inglês que meu irmão comprou quando foi visitar o Anexo Secreto em Amsterdam. 

Mais para frente vou fazer um post especial sobre Anne Frank. Agora estou sem tempo e já está tarde para montar algo mais elaborado.

É isso. Um registro de um dia para se lembrar de uma jovem garota que marcou a história do mundo.


Tiago Vieira.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mark Levin - Little Manhattan


ABC do Amor
Elenco: Josh Hutcherson, Charlie Ray, Bradley Withford, Cynthia Nixon...
Diretor: Mark Levin
Ano: 2005
Estúdio: 20th Century Fox
Gênero: Comédia Romântica


Sobre: Gabe Burton é um menino de dez anos e meio que se apaixona por uma menina chamada Rosemary Telesco, que estuda com ele desde que eram pequenos. Quando menores os dois eram amigos, mas com o passar do tempo se distanciaram voltando a se falar somente agora. Gabe percebe que está apaixonado, e fica atordoado ao saber que Rosemary pode deixá-lo para sempre.

Opinião: Quantas vezes eu já vi esse filme? Talvez umas oito, eu sei lá. Mas quantas vezes eu vi esse filme e me diverti tanto viajando pela história de um menino que tem seu primeiro amor em uma cidade fascinante como Manhattan/Nova Iorque? Uma vez, que foi essa.

Little Manhattan é um filme inteligente e suave perfeito para as tardes de greve escolar - é o que eu tenho passado - e que conta de forma divertida a vida de Gabe, um menino de 10 anos e meio que se apaixona por sua colega de karatê Rosemary, que tem 11. 

O filme inteiro é narrado pelo próprio Gabe. A princípio ele conta a verdadeira história de amor que ele até então conhecia: a de seus pais. Os dois se conheceram em um acampamento ou algo do tipo, e foi amor a primeira vista. O casal era muito feliz, mas passado os anos as coisas não continuaram assim. 
Seus pais ainda moram sobre o mesmo teto, mas ambos estaam em processo de divórcio, fazendo do ambiente familiar do menino, um saco. 

Se antes Gabe odiava as meninas e vivia longe delas com medo de pegar piolhos, agora ele se transforma em um homenzinho totalmente simpático e sonhador de que aquela seria a mulher de sua vida.   

Gostei muito dos atores do filme, e principalmente de cada cena em Manhattan. Percebi que o diretor fez questão de incrementar a história de Gabe com esses cenários incríveis dessa grande cidade. Isso me passou uma boa sensação, e aproveitei ainda mais o filme.

Como um bom filme de comédia romântica, teve muitas partes que eu ri. Depois da primeira fala engraçada que eu ouvi, peguei um caderno e anotei mais duas para colocar aqui. 
Bem, Little Manhattan é um ótimo filme e recomendo pra quem quer dar umas risadas e se descontrair com uma história como essa.

                                                             Quotes 


  "Poxa, é mais fácil agendar uma conversa entre Árabes e Judeus do que sair com essa garota." (Gabe)

  "Existe coisa mais torturante do que sua namorada e o namorado de sua mãe ficarem calados um de frente pro outro sem ter nada pra dizer?" (Gabe)

  "...Olha eu vou te dizer uma coisa, meu amigo: eu já tive uma namorada e ela despedaçou o meu coração. Quer um conselho? Fuja! ... Fuja!" (Mendigo do Brooklyn.)




Tiago Vieira.



sábado, 1 de junho de 2013

Andrew Adamson - The Chronicles of Narnia: Prince Caspian


Imagem: Google Imagens/Reprodução


As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian
Elenco: William Moseley, Georgie Henley, Skandar Keynes, Anna Popplewell e Ben Barner.
Gênero: Aventura.
Duração: 150 min aproximadamente.
Ano: 2008


Sobre: Um ano se passou para os irmãos  Pevensie desde a primeira aventura narrada no filme O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa; mas em Nárnia 1300 anos se passaram e tudo mudou. A terra foi devastada pelo reino de Telmar, causando a quase total extinção dos narnianos.
Após Príncipe Caspian fugir da tentativa de seu tio Miraz de matá-lo, o jovem chama os Reis e Rainha de Nárnia através da trompa mágica de Susana para uma nova missão que decidirá o futuro de toda a terra de Nárnia.

Opinião: O segundo filme da série cinematográfica As Crônicas de Nárnia é mais ativo e real. Há mais ação e um conflito bem elaborado que me fez lembrar as antigas histórias de guerras entre reinos. 
Nessa nova aventura, os quatro irmãos Pevensie entram na missão de ajudar o Príncipe Caspian a recuperar o lugar que é de direito dele, e ao mesmo tempo recuperar os direitos do povo de Nárnia, que foi por anos devastada pelos Telmarinos.

O filme é muito bem filmado, os atores estão mais maduros e a trama favoreceu um clima mais adulto para a série. As cenas de batalha são perfeitas e eletrizantes, mas há um pequeno problema em Príncipe Caspian: a duração do filme. São quase duas horas e meia de filme - isso porque estou descontando os créditos. Isso foi um pouco prejudicial até mesmo para telespectadores como eu, que gostam da série. 

Imagem:Google Imagens/Reprodução

No final do longa também há todo o clima de despedida de Pedro e Suzana, que não voltarão mais à Nárnia, pois já estão crescidos. Ambos demonstram-se fortes nesse segundo filme, e é nítido o crescimento deles na trama ao defenderem Nárnia. Pedro foi um bom comandante nas batalhas, e Suzana ótima no Arco e Flecha.

A mensagem não foi tão explícita como no primeiro e terceiro filmes, mas deu pra ver que Aslam esperava que eles lutassem e acreditassem que ele estava lá para ajudá-los. Mais uma vez só Lúcia conseguiu ver isto de cara, enquanto os outros tiveram que sofrer para perceber.

As Crônicas de Nárnia Príncipe Caspian é de todo um bom filme. Tirando alguns pontos, o diretor conseguiu acertar aquilo que ele veio mostrar: uma Nárnia maior do que nunca.
A pena é que esse filme é o último produzido pela Disney, tendo A Viagem do Peregrino da Alvorada sendo produzido pela FOX.
Aí está uma série cinematográfica digna de ter todos os seus livros adaptados, mas por conta de altos e baixos na bilheteria, não está sendo possível ver os personagens de C.S.Lewis todos os anos na telona.



Tiago Vieira.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

A Mochila do Futuro - Um Breve Comentário

Atualmente nós estudantes carregamos mochilas pesadas com nossos livros didáticos, cadernos e - se você é como eu - outras coisas para se distrair nos tempos vagos, como um livro secular, por exemplo. Tudo isso arrasa com nossas colunas, o que pode ser prejudicial na vida profissional futuramente.

                           


Pensando aqui em casa, percebi que isso poderia acabar um dia. Quem sabe no futuro as escolas fossem todas equipadas com Ultrabooks e cada aluno tivesse o seu? Aí, ao invés de levar os livros didáticos na mochila, você colocaria eles no pen drive? Uma boa ideia, né?

Parece um futuro distante e se você estiver lendo isso agora, até maluco. Mas é bom sonhar. 
É claro que eu não utilizarei essa tecnologia, pois já terei terminado os estudos, assim espero. Mas deixo a ideia para a posteridade. 

Tiago Vieira Teixeira da Silva. 

sábado, 25 de maio de 2013

Once Upon a Time 2x22 (Season Finale) - "And Straight on Till Morning"

Estava muito ansioso por esse episódio. Estava muito ansioso pelo fim dessa temporada de OUaT. Agora tentarei ao máximo organizar meus pensamentos e minhas impressões não somente desse último episódio, mas de toda essa temporada.

Imagem:Google Imagens/Reprodução

A segunda temporada de OUaT pode ser rapidamente definida como a temporada dos altos e baixos com mais baixos do que altos. Os roteiristas tiveram muita coragem em criar uma continuação para aquela excelente primeira temporada. De fato eles conseguiram em parte explicar o motivo pelo qual a história ganhou uma continuação, mas houve muitas falhas, a destacar nos flash-backs na Floresta Encantada. Houve muita enrolação com aquela história que já estamos cansados de conhecer: a busca de vingança da Rainha Má atrás da Branca. Foi muito cansativo.

Em Storybrook todos passaram a se lembrar de suas verdadeira identidades e com isso tiveram que se readaptar a nova realidade. O único personagem que até então não sabíamos quem era nos Contos, foi o Doutor Wahle - que nos Contos é o Frankstain.  

Tivemos mais episódios baseados especialmente em um personagem: como o "Child of the Moon", onde mais uma vez fomos apresentados à história da Ruby, como uma maneira de dar tempo antes da fase alta da série. 

Posso fazer uma lista de personagens que foram importantes para a série nessa segunda temporada (em minha opinião); e a eles agradeço, pois foram a salvação da mesma: 
                                                               Cora,
                                                               August,
                                                               Neal (ou Bae),
                                                               Mullan, 
                                                               Aurora e
                                                               Philip.   

No último episódio dessa segunda temporada, Storybrook está com o tempo contado antes de seu quase derradeiro fim. Há um gatilho que pode resetar toda a cidade e levar todos à morte. Greg e Tamara ativaram ele, fazendo com que Emma, Regina, Mary Margareth, David e Henry - com mais outros -, se unam para tentar impedir a destruição total da cidade.

Na linha de tempo do passado,  fomos apresentados à como Bae conheceu o pior inimigo de seu pai: Hook.  O garoto passou a viajar no navio dele depois de ter caído no mar enquanto se livrava da Sombra. Hook tinha o objetivo de usar Bae para se vingar do Crocodilo, e por um momento mudou de ideia, mas depois entregou o garoto aos meninos perdidos - servos do Peter Pan.

Greg e Tamara raptaram Herny e o levaram a outro Reino por meio de um portal. Assim, Mr. Gold, Emma, Mary Margareth, David e Hook embarcaram em uma nova jornada rumo à Terra do Nunca; deixando Storybrook para trás.

Confesso que não foi uma excelente Season Finale, mas me deixou muito curioso e animado ao ver que Aurora, Mullan e Philipe não foram descartados e ainda terão muita participação nessa série. 
E realmente acredito que OUaT voltará melhor na terceira temporada. Todas as séries passam por seus momentos ruins, mas mesmo assim existem algumas que marcam ao terminar. Acredito que é isso que acontecerá com OUaT. 

Espero poder assistir Once Upon a Time in Wonderland e a terceira temporada também. 
Foi ótimo assistir essa segunda temporada; ficarei aguardando a próxima.

Tiago Vieira.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Livro que Eu Vou Ler



Foto: Tiago Vieira
Comprei na terça-feira (21), o primeiro livro da série Percy Jackson e os Olimpianos, do autor Rick Riordan, publicado pela editora Intrínseca, aqui no Brasil.
Já havia tido um contato com esse livro, mas quando o peguei emprestado para ler pela primeira vez, era mais jovem e não consegui prender minha atenção e larguei ele para ler outro livro. Porém, agora, achei que deveria dar uma oportunidade a esse livro e, caso eu goste, continuarei acompanhando a série. 
Depois de ler o livro, não pretendo assistir ao filme, pois já ouvi muitas e muitas vezes que é uma porcaria se comparado ao livro e que foi uma das piores adaptações cinematográficas, então, pra quê perder meu tempo? Mas, caso eu goste e leia o segundo, irei ao cinema assistir ao novo (O Mar de Monstros), pois dizem que os novos produtores conseguiram reverter os problemas deixados pela adaptação do livro anterior.
É isso.

Tiago Vieira.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Once Upon a Time 2x21 - "Second Star to the Right"

Tamara: "Só há um meio de conseguir o que todos nós queremos. Temos que varrer Storybrooke do mapa."

Imagem: Google Imagens/Reprodução

Chegamos à última página que antecede ao Epílogo dessa segunda temporada de OUaT. 
A impressão que tive, é que há muito mais sobre Storybrook do que nós pensamos. A primeira temporada só mostrou os pontos básicos do que aquela cidade no interior do Maine tinha de diferente das outras; mas agora, nessa segunda temporada, os pontos fortes e fracos dessa cidade estão sendo expostos, e percebi que aqueles que eu pensava ser os soberanos - Mr.Gold e Regina -, não são tudo aquilo. Ou seja: ambos também tem pontos fracos e podem sim ser destruídos. 

O episódio 21 de OUaT narra a história de Bae chegando à Londres depois de ter caído num portal e ter se separado de seu pai. Chegando à Londres, o rapaz está com fome e invade a casa dos pais da mocinha Wendy e seus irmãos. Para a surpresa do jovem, ele é muito bem acolhido e ganha uma nova família. Mas o que atrapalha é a Sombra, que todas as noites visita Wendy à busca de mais um menino para habitar a Terra do Nunca. 

Na linha de tempo atual, Regina sofre nas mãos de Tamara e Greg. Mesmo sobre a pressão de uma máquina estranha que parece dar descargas elétricas nela, Regina permanece sarcástica e desafiadora.
Enquanto isso, Emma procura juntamente com Neal e seus pais, achar Regina e livrá-la das mãos dos dois maníacos. Eles conseguem, porém com um preço. 

Storybrook está em uma situação crítica; e o futuro de todos está em risco. Muitas perguntas serão respondidas no próximo e último episódio, mas acho que outras serão feitas. 
Mas por enquanto fico pensando no que a terceira temporada pode se basear para continuar contando essa fascinante história dos contos de fada como nunca foram vistos. 


Tiago Vieira.